Pindaré Mirim - Cronologia Socioeconômica - Pindaré Mirim

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quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Pindaré Mirim - Cronologia Socioeconômica

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Pindaré Mirim - Cronologia Socioeconômica
Abordam-se aspectos referentes à decadência econômica e retração populacional do município de Pindaré-Mirim - Ma, dando ênfase aos aspectos da história local que expliquem o que levou à diminuição da população e ao declínio econômico observado no referido município.
Palavras-chave: Pindaré-Mirim - Ma, Retração Populacional, Decadência Econômica.
INTRODUÇÃO
O mundo desde a Grécia até hoje, vem passando por modificações. O homem objeto de estudos, há séculos, colabora com essas mudanças como seu comportamento, política, economia, urbanização, etc.
Dentre essas, a urbanização, fenômeno de análise neste trabalho, ao longo dos anos tem mostrado várias desigualdades e fatores que levaram e levam muitos centros urbanos a se desenvolverem ou a declinarem.
Muitas cidades no mundo, não diferentes do Brasil, passaram por mudanças. Em alguns lugares cuja economia crescia ou valorizava-se em maior grau que outros, ter-se-ia então uma troca de valores, pois as cidades que cresciam passariam a ser centros e as que declinavam passariam a ser dependentes transformando-se em áreas periféricas.
A sociedade e a natureza estão ligadas entre si por um espaço, ou seja, ambos estão localizados e se interagem em uma área, lugar ou território.
As transformações no espaço podem gerar diferenciações territoriais. No ponto de vista econômico e social, diversos espaços podem ser criados no meio geográfico como as densidades populacionais que variam dependendo se o lugar é mais desenvolvido do que em outros, pois, é mais fácil ter muitas pessoas em lugares mais desenvolvidos do que em lugares menos desenvolvidos. As atividades econômicas que atraem empresas e empregados, o comércio que é atraído pelo crescimento de um lugar e etc.
No Brasil, muitos acontecimentos que mudaram o espaço passaram por estes critérios já mencionados acima e continuam passando por eles. O nordeste participou dessas mudanças na história do Brasil. As ferrovias fazem parte da história do país e quando chegaram no Brasil, o nordeste também teve participação dessa inovação. Os grandes Engenhos no final do século XIX precisarão de estradas de ferro para transportar os seus produtos provenientes da cana-de-açúcar, mas isso não ajudou o nordeste a ser uma região de um grande crescimento econômico, por isso o objetivo deste trabalho é de abordar a retração populacional e o declínio do município pela construção das BR’s 316 e 222 apresentando o impulso econômico que as rodovias trouxeram, o contexto histórico voltado para o surgimento da cidade, ocupação e declínio.
HISTORICIDADE
O Processo de apogeu e declínio.
O município de Pindaré-Mirim passou ao longo dos anos entre o apogeu e o declínio econômico por mudanças em seu espaço geográfico, sendo observada a diminuição do seu território por causa das emancipações de antigos povoados como Santa Luzia e Santa Inês e também pela diminuição do seu atrativo econômico que fazia de Pindaré o pólo regional.
No início, chamada de Engenho Central, mais tarde vila de São Pedro de Alcântara e atualmente Pindaré-Mirim, cuja palavra é de origem tupi-guarani que significa pinda-anzol e mirim-pequeno. Seu povoamento originou-se de habitantes vindos dos estados do Piauí e Ceará, em função das secas em sua região e também pela instalação da Cia Progresso Agrícola na região do Pindaré, no qual se dedicaram principalmente a lavoura de cana.
De acordo com Leia Hoje (2004, p. 68), o município de Pindaré-Mirim, desmembrado do município de Monção, foi criado pela lei n° 1052 de 10 de abril de 1923, com o nome de São Pedro de Alcântara, o qual foi extinto pelo decreto estadual n° 75, de 22 de abril de 1932, mas logo restabelecido pelo decreto n° 121, de 1° de junho do mesmo ano. A sede foi elevada à categoria de cidade, pelo decreto n° 45 de 29 de março de 1938 e esta situada à margem direita do rio Pindaré, exatamente no local onde, em 1840, foi instalada uma colônia de índios Guajajaras, pelo Tenente-Coronel Fernando Luís Ferreira, do Imperial Corpo de Engenheiros. Em 1880 foi instalada a grande usina açucareira, de propriedade da Companhia Progresso Agrícola de onde começou a evolução do município, tendo aumentado a sua população com grandes centros de lavoura.
O desenvolvimento de Pindaré-Mirim deu-se pelo Engenho Central e pelo rio Pindaré que assim, atraíram muitas pessoas tanto do Maranhão, como de outros estados, como os vindos do Itapecuru. O Engenho Central ou Cia. Progresso agrícola do Maranhão foi criada pelo decreto-lei n° 7811, de 31 de agosto de 1880, data da aprovação instalando-se em 03 de novembro desse mesmo ano.
Referente a essa história confirma-se que:
Falar de Pindaré-Mirim e não falar do antigo Engenho Central de Pindaré ou da extinta Companhia Progresso Agrícola do Maranhão..., é demonstrar falta de amor pela história... (LEIA HOJE, 2004, p.68).
A Companhia cuidou-se em adquirir os terrenos da extinta colônia de São Pedro à margem direita do rio Pindaré, encomendou os maquinários e quatro anos mais tarde, para facilitar o escoamento e a produção, foi criada a estrada de ferro que ia de Engenho Central à Ponta de Linha, atual município de Santa Inês, além da instalação da energia elétrica a região.
A energia elétrica chegou no ano de 1883 pela companhia, o que dá a Pindaré-Mirim a classificação de região pioneira no Brasil, quanto ao uso de eletricidade, visto que somente em 1892 é que a cidade fluminense de Campos teve sua iluminação elétrica inaugurada.
A ferrovia e o Engenho foram inauguradas em 16 de agosto de 1884. A empresa Fawcet, Preston & Cia, de Liverpool na Inglaterra, foi quem vendeu o maquinário para a construção da ferrovia que tinha 13 km de extensão. Sobre esses trilhos rodavam 105 vagões carregando 315 toneladas de cana-de-açúcar.
A primeira safra própria da companhia efetuou-se em 1891, cujos canaviais produziram 634.337 quilos de açúcar de três cristalizações. O engenho central que era um dos melhores do Brasil possuía 500 bois de carro, 35 carroças, mais de 50 casas de madeira, 3 léguas de terras para lavoura. Fabricou em 29 colheitas, 23.075.509 quilos de açúcar e 4.575.111 litros de água ardente durante esse período.  
O fim da Cia. Progresso Agrícola deu-se pela dívida que a companhia acumulou, ou seja, juros e despesas gerados por uma luta de fornecedores de cana das usinas, pois os dirigentes da companhia não permitiram que os fornecedores de cana participassem dos lucros possíveis. Assim, a Companhia funcionou até 1890, quando os fornecedores de cana não mais forneceram matéria prima para a produção e isso deixou o engenho sem capital para pagar as dívidas. Voltou a funcionar mesmo com dividas, leiloado por bancos credores durando até 1914 depois virou um monumento histórico (Luna, 1984, p. 08).
engenho
Engenho Central
O principal meio de escoamento da produção de cana do Engenho Central foi o rio Pindaré, fonte de riqueza e vida do povo pindareense. Até fins da década de sessenta, foi o grande propulsor do desenvolvimento econômico da região, principalmente de Pindaré-Mirim, pois era através dele que as mercadorias escoavam entre os povoados ribeirinhos, entre sedes municipais, a capital do estado e o transporte de passageiros. (PINDARÉ-MIRIM. 2004, p.4).
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Rio Pindaré
Mesmo com fim do Engenho Central o rio Pindaré sustentou o município de Pindaré-Mirim. A pesca, a agricultura e o comércio movimentavam a cidade. Do outro lado, existia a antiga ponta da linha nome dado ao final da estrada de ferro que transportava a cana que logo virou povoado. Esta crescia acompanhando o progresso que o engenho trazia de 1884 a 1914, mas o povoado que depois se chamou Conceição e em seguida Santa Inês ainda dependia do município de Pindaré-Mirim, pois Pindaré era o centro regional e Santa Inês pertencia a este.
O povoado de Santa Inês, mesmo sendo o fornecedor de cana-de-açúcar, já que foi formada a partir da plantação de cana, não tinha comércio próprio, existiam apenas ambulantes, sendo em tudo dependente de São Pedro de Alcântara (antigo nome de Pindaré-Mirim).
Com a extinção da Cia. Progresso Agrícola deu-se a migração de escravos para Santa Inês fazendo com que o povoado crescesse. Assim, ainda ligada a Pindaré, o povoado de Santa Inês ganhou luz elétrica, correios, escolas e muitos comerciantes começavam a chegar ao povoado. (Leia Hoje. 2002 p.120).
A navegação naquela região era o único recurso para o escoamento de produtos e transporte de passageiros e localizava-se em Pindaré. Então Santa Inês mesmo crescendo dependia do porto de Pindaré e do comércio que ali existia.
Com a chegada das BR’s 222 e 316 tudo muda, a partir daí o município de Pindaré-Mirim começa a ver o seu declínio econômico, pois as BR’s foram construídas em Santa Inês transformando-se em um entroncamento. 

As rodovias trouxeram o “avanço” e o “desenvolvimento” econômico para o estado do Maranhão e o escoamento das produções de açúcar, algodão, arroz, não mais sairiam pelo porto de Pindaré e sim pelas BR’s em Santa Inês. Com isso, o povoado de Santa Inês, por estar com uma posição geográfica valorizada, começa a atrair para si, as repartições públicas e importantes comerciantes do município de Pindaré-Mirim. (Leia Hoje, 2002, p.120).
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Rodovias Federais 316 e 222
  
Fazendo uma comparação entre a navegação e o transporte terrestre, o que se vê é uma diminuição de tempo nas viagens de passageiros e transporte de produtos para outras cidades, por exemplo: viagens que durariam 3 a 4 dias pelo rio Pindaré, pelas BR’s durariam 3 à 4 horas do mesmo dia. Então a rapidez fez com que comerciantes, lavradores e repartições se voltassem para esta novidade no final da década de sessenta do século XX.
Em 14 de março de 1967 cria-se o município de Santa Inês, o município já não mais dependia de Pindaré-Mirim, sua economia crescia mais e mais deixando a sua cidade-mãe para trás.
Além das BR’s 222 e 316, a estrada de ferro Carajás chega para consolidar o crescimento regional de Santa Inês e o declínio do Pindaré-Mirim, pois mais uma vez uma obra de grande importância para o estado do Maranhão é construída próxima a Santa Inês. A Estrada de Ferro Carajás (EFC) foi inaugurada em fevereiro de 1985. Sua trajetória vai da Serra de Carajás ao porto de Ponta da Madeira em São Luís, capital do estado.
A história de Pindaré se identifica com a de Santa Inês. Quando uma foi a grande cidade da região a outra não era desenvolvida. Dependeu das circunstâncias de cada cidade. Hoje Santa Inês é a cidade pólo, pois atraiu para si o comércio e fez crescer sua economia e Pindaré-Mirim apesar de ter crescido por estar próxima a Santa Inês, continua dependente desta. As repartições Públicas e o comércio são as principais causas da dependência de Pindaré, já que, a maioria procurou instalar-se em Santa Inês.
No que diz respeito esse assunto, Santos (2003, p.264) destaca que:
Chamaremos de espaços luminosos aqueles que mais acumulam densidades técnicas e informacionais, ficando assim mais aptos a atrair atividades com maior conteúdo em capital, tecnologia e organização.
Retração populacional
O município de Pindaré-Mirim foi de início habitado por índios guajajaras instalados pelo Tenente-Coronel Fernando Luís Ferreira, do Imperial Corpo de Engenheiros em 1840, criando a colônia de São Pedro de Alcântara que estava situada na margem direita do rio Pindaré. (PINDARÉ-MIRIM, 2004, p.1). Não demorou muito dos índios foram se dispersando ou sendo exterminados e posteriormente os camponeses estavam sendo expulsos do local.
Na província do Maranhão, a propaganda das vantagens de instalação dos Engenhos Centrais começava a atrair muitos habitantes de outros lugares e o Engenho que seria localizado em Pindaré-Mirim ficou exatamente onde estava a colônia de índios sendo esse um dos motivos da retirada destes e camponeses.
Os habitantes que chegavam na região do Pindaré eram os cearenses, os piauienses, os da capital São Luís, do Itapecuru e os negros que trabalharam no Engenho. A maioria desses habitantes chegou para trabalhar na lavoura, sendo que quando chegou o fim do engenho e a cana deixou de ser a única fonte de riqueza, destacou-se também o algodão, o arroz, e a mandioca. Muitos desses lavradores viraram comerciantes e a maioria vivia na zona rural.
O município de Pindaré-Mirim nas décadas de 50 e 60 atraiu muitos habitantes, pois ainda era o centro das atenções, mas alguns já apontavam o povoado de Santa Inês como um lugar que tendia a crescer por estar próximo a Pindaré-Mirim e ter uma BR, a 316, localizada em sua área, construída no inicio da década de 60 no século XX. Mesmo assim a concentração dessa imigração era na zona rural de Santa Inês.
O que impulsionou a imigração para a região do Pindaré foi à construção da 1ª BR, a 316 que passava em Santa Inês. Os comerciantes já começavam a enxergar o futuro para eles. Sendo assim em meados da década de 60 houve a construção de outra BR, a 222 que faria um entroncamento com a 316 acelerando ainda mais o aumento populacional da região e o fim do escoamento da produção pelo rio Pindaré.
No que diz respeito esse assunto comenta-se que:
Essa interligação físico-territorial facilitou não apenas a instalação de empresas capitalistas em novos espaços como também abriu fronteiras para fluxos migratórios em busca de terra, recursos minerais, oportunidades de trabalho e melhores condições de subsistência. (LAVINAS, 1993, p.20).
A população do município de Pindaré-Mirim era o maior da região, atraindo nordestinos e maranhenses, mas com a chegada da BR 222 há uma mudança no quadro populacional tanto de Pindaré quanto de Santa Inês.
Pelos dados do censo do IBGE, entre 1960 e 1970, aconteceu uma mudança brusca da população de Pindaré-Mirim que com os fatores de crescimento da região próximas ao povoado de Santa Inês que em 1967 torna-se cidade, muitos partiram para esta e quem pensava em ir para Pindaré viu que a melhor opção seria naquele momento o município de Santa Inês.
Com o censo de 1970, Santa Inês tem sua 1ª contagem populacional e neste ano pode-se observar a retração populacional de Pindaré-Mirim. Mesmo assim muitos ainda viviam na zona rural de Pindaré, ou seja, até meados da década de 80 do século XX, a população era rural e isso é o inverso em Santa Inês, pois desde que se tornou cidade, a zona urbana sempre teve mais habitantes que a zona rural.
A tabela abaixo mostra os censos de 1950 a 2007 nos municípios de Pindaré-Mirim e Santa Inês apresentando em números como se deu esta retração populacional em Pindaré-Mirim. 

CIDADE
ANO / POPULAÇÃO
1950 
1960 
1970 
1980 
1991 
2000
2007 
2010 
PINDARÉ-MIRIM
11.271
82.444
23.585
26.466
31.579
27.517
30.927
31.152
SANTA INÊS
27.598
49.449
64.713
68.321
81.854
77.282
Fonte: IBGE
Apesar dessa retração, o município de Pindaré-Mirim apontou 82.444 habitantes no censo do IBGE de 1960 (esta contagem foi feita ainda com as populações dos municípios de Bom jardim, Santa luzia e Santa Inês). Sua maioria era de trabalhadores do campo que depois teve uma diminuição populacional com o desmembramento do município de Santa Inês e o crescimento econômico deste, o qual atraia os comerciantes e lavradores para Santa Inês, fazendo com que esta crescesse populacionalmente. De certa forma, o município de Pindaré-Mirim cresceu economicamente, pois sua proximidade ao seu vizinho que ganhara mais uma BR, a 316, e anos mais tarde a ferrovia da CVRD foi um fator, mesmo que lento, para o não esquecimento do município.
Os censos de 1980 e 1991 apontaram um crescimento populacional, em especial o censo de 1991 que mostrou um aumento populacional da zona urbana em relação à zona rural, mas o censo de 2000 mostrou uma nova diminuição na população de Pindaré-Mirim, mesmo assim a zona urbana cresceu mais que a do censo anterior. Em 2004 uma contagem feita pela prefeitura apontou um número de habitantes no município que foi de 28.923 superior ao de 2000, o que comprova uma pequena ascensão populacional. Já com o censo de 2007 serviu para comprovar a pesquisa feita pela prefeitura sobre sua população, e pôde-se constatar que a população estava crescendo e com o último censo realizado no ano de 2010 constatou-se que o crescimento populacional do município é fato.
CONCLUSÃO
O decorrer deste estudo mostrou que o município de Pindaré-Mirim, assim como outros municípios de pequeno crescimento no Brasil e no Maranhão, tem enfrentado obstáculos para manter um nível aceitável de crescimento. Fato que é devido a vários motivos, dentre os quais, podemos citar a localização que, no qual, impedem muitos municípios de investir em sua área territorial.
Pindaré-Mirim, mesmo com um passado muito produtivo com a Companhia Progresso Agrícola no fim do século XIX que plantava, colhia e produzia produtos derivados da cana e até meados da década de 60 do século XX graças ao rio Pindaré, que era na época o principal acesso de entrada e saída de produtos e passageiros na região, não conseguiu continuar como pólo regional. As rodovias e mais tarde a estrada de ferro viria enfraquecer a economia do município já que o acesso terrestre seria o meio mais rápido para a economia.
O município de Santa Inês que um dia foi um complemento da plantação de cana-de-açúcar da Cia. Progresso Agrícola tornou-se o pólo regional tirando as atenções dos comerciantes e repartições públicas e privadas de Pindaré-Mirim graças à construção da BR 316 e logo em seguida da BR 222 e mais tarde o surgimento da Estrada de Ferro Carajás que beneficiou o crescimento do município de Santa Inês tornando Pindaré-Mirim como sua dependente.
No aspecto ambiental o município tem características da região amazônica, mas com modificações causadas pela ação antrópica. Muitos impactos ambientais existem na região do município e que podem prejudicar muito a população se não houver providências.
Hoje Pindaré-Mirim tem uma economia que pode ser considerada fraca, voltada ainda para pesca e agropecuária, mas muitos moradores acham que o município vem crescendo lentamente. Para a cidade crescer mais, basta às autoridades da cidade procurar incentivos para movimentarem a renda e a mão de obra local. Um dos exemplos de investimento é o aspecto turístico, pois a história e rio Pindaré da cidade estão a céu aberto e estes são muito importantes não só para o município quanto para o estado do Maranhão com fatos históricos a nível nacional. Dessa forma atraindo visitantes já poderia ser uma forma de lucrar já que a história e o meio ambiente seriam os fatores turísticos, sem esquecer claro da preservação ambiental e arquitetônico.
REFERÊNCIAS
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GEPLAN. Atlas do Maranhão: Gerência de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, laboratório e geoprocessamento. UEMA, São Luís: GEPLAN, 2002.
GUIANET. Mapa político do Maranhão; São Luís, 04 mar. 2006. Disponível em: <http://www.guianet.com.br/brasil/político.gif&ingreful> Acesso em: 4 mar. 2006.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Censos: Populacionais (1950 à 2000), Pecuário e Agrícola (1970 à 2002). Rio de janeiro: IBGE.
JORNAL O IMPARCIAL. Pindaré-Mirim. O Imparcial, São Luís, 26 set. 1971. Caderno Municípios.
LAVINAS, Lena, et al. Reestruturação do espaço urbano e regional no Brasil. São Paulo. Hucitec/Ampur, 1993.
LUNA, R. C. M. Reis: A terra era liberta: um estudo da luta dos posseiros pela terra no vale do Pindaré-Maranhão. São Luís: UFMA/ Secretaria de Educação MA, 1984.
MARANHÃO. Secretaria de estado da indústria, comércio e turismo. Estrada de Ferro Carajás (EFC); São Luís, 14 out. 2005. Disponível em: <http://www.sinct.ma.gov.br/empreendimentos/razões_investir/ferroviário.php> Acesso em: 14 out. 2005.
PACHÈCO, J. B. Estado do Maranhão: Caracterização Geral. In: ALENCAR, Sabrina de Matos. Produção do espaço urbano do município de Carolina – Ma: Relações sócio-econômicas de propulsão e declínio. São Luís: UFMA, 2004, p. 14 e 15.
PINDARÉ-MIRIM. Histórico de Pindaré-Mirim. Prefeitura Municipal, 2004.
REVISTA LEIA HOJE. Enciclopédia do Maranhão. Santa Inês: Prefeitura Municipal, 2002.
REVISTA LEIA HOJE. Revista das cidades. Pindaré-Mirim: Prefeitura Municipal, 2004.
SANTOS, Milton. Espaço e método. São Paulo: Nobel, 1985.
SANTOS, Milton; Silveira, M. Laura. O Brasil: Território e sociedade no início do século XXI. 5. ed. Rio de janeiro: Record, 2003.
VELOSO, A. Santos. Conheça seus municípios: aspectos gerais, históricos e econômicos de Pindaré-Mirim. Pindaré-Mirim: Produção Independente, (2004).
Fonte de Pesquisa para a Postagem:
PINDARÉ MIRIM -  UMA CRONOLOGIA SOCIOECONÔMICA ELABORADA ATRAVÉS DA HISTÓRIA ORAL
*Geógrafo, Especialista em Engenharia Ambiental e Professor Marcelo Benício Fernandes Nascimento.
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